Quando a primeira parcela do 13º salário cai na conta do trabalhador, um movimento imediato toma conta do mercado. Dívidas são renegociadas, o poder de compra aumenta, prateleiras esvaziam mais rápido e o consumo ganha força. É uma injeção de energia essencial para a economia girar.
Mas, para quem está do outro lado do balcão, a matemática de novembro e dezembro exige cautela.
Honrar a folha de pagamento é um compromisso que, se mal planejado, pode drenar a liquidez do seu negócio. Usar o capital de giro próprio para pagar o 13º muitas vezes significa abrir mão de repor o estoque para as vendas de Natal, travar investimentos estruturais ou começar o próximo ano já no vermelho.
A pergunta é: sua empresa precisa mesmo se descapitalizar para cumprir essa obrigação? A resposta é não.
Capital de Giro 13º
Para que você possa focar no que realmente importa, a COCRED inicia mais uma edição da campanha Capital de Giro 13.
Em vez de tirar um montante alto de uma só vez das suas reservas, você dilui esse custo de forma inteligente, mantendo a saúde financeira do seu negócio para as oportunidades que 2027 vai trazer.
As condições foram desenhadas para a realidade do empreendedor:
- Custo competitivo: Taxas a partir de apenas 1,48% ao mês.
- Fôlego estendido: Pagamento mensal parcelado em até 12 vezes, diluindo o peso do fim do ano.
- Janela de oportunidade: A campanha fica disponível até o dia 15 de dezembro.
Garantir o direito dos seus colaboradores e a tranquilidade da sua gestão nunca foi tão estratégico.
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